#04 Jovens Embaixadores da ONU

Oláaaa leitores, turo bombom? 🍬

“Estamos determinados a assegurar que todos os seres humanos possam desfrutar de uma vida próspera e plena realização pessoal, e que o progresso econômico, social e tecnológico ocorra em harmonia com a natureza.”

Para aprofundar o debate, contamos com a presença de 3 convidades arrasadores, que partilharam experiências, conhecimentos e ativismos sobre acessibilidade nos grandes centros urbanos.

Vemk baby. Você já parou para pensar no papel das cidades na diminuição das desigualdades?

“É necessário desmitificar a imagem da pessoa com deficiência: não é o coitadinho muito menos o herói. A pessoa com deficiência não supera sua deficiência, ela supera as barreiras sociais.” (Marinalva, SMPED)

Nossa segunda convidada, Letícia Sabino, abordou a questão de acessibilidade urbana. Falar sobre acessibilidade é falar sobre acessar oportunidades de emprego, serviços de saúde, educação e atividades culturais!

“O modo mais utilizado no Brasil é o ‘a pé’. É necessário se apropriar de informações como essa para cobrar políticas públicas.” (Letícia, Sampaapé)

Nosso último convidado, Elias Costa, levantou a questão das desigualdades brasileiras, que vão muito além da distribuição de renda. De acordo com Elias, as desigualdades estão presentes na falta de acesso adequado a serviços públicos de educação e saúde, na oferta de transportes de qualidade e na ausência de oportunidades para as populações periféricas;

“É o nosso papel ocupar os lugares e mudar as narrativas.” (Elias, Embaixador da Juventude)

Mas fica a incógnita: Como os grandes centros urbanos podem diminuir as desigualdades e promover a prosperidade?

A erradicação da pobreza não é utopia, ela pode ser realmente alcançada, desde que haja a promoção do crescimento econômico inclusivo e ambientalmente sustentável, com diversificação produtiva, fortalecimento industrial, infraestrutura resiliente, aumento da produtividade e inovação, participação social e promoção do trabalho decente. (Marco de Parceria das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável | Brasil 2017–2021)

Contudo, essas métricas não serão alcançadas apenas com otimismo e um discurso bonito. A superação da pobreza depende da implementação de políticas públicas capazes de inserir e manter as populações periféricas no mercado de trabalho, além de programas de formação e qualificação profissional, que potencializem a conquista da autonomia econômica.

Reclamar não muda, precisamos fazer! Te convido a vestir a capa da resiliência, os óculos da resistência e as sandálias da co-construção. Topa colocar energia para criar uma nação inclusiva, colaborativa e sustentável?

[Aguarde os próximos textos]

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Ecofeminista antirracista atuante em temas globais. Formada em Relações Internacionais, Amanda empreende o PerifaSustentavel, é colunista da Agência Jovem de Notícias e atua como mobilizadora de redes do Youth Climate Leaders. Entusiasta pela Agenda 2030, tem o objetivo de mobilizar jovens para construírem um Brasil inclusivo, colaborativo e sustentável, através das redes Engajamundo, Global Shapers Community e United People Global.

#ForbesUnder 30 | Jovem Embaixadora da ONU | Ecofeminista Antirracista

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