#03 Jovens Embaixadores da ONU

Oiii manas, como vocês estão?

Chegamos firmes e maravilhosas na terceira semana do programa #JovensEmbaixadoresDaJuventude!

Esse programa foi desenvolvido pela UNODC, em parceria com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos da Cidade de São Paulo (SMDHC) e o Instituo Caixa Seguradora, que tem o intuito de capacitar, empoderar e conectar jovens lideranças da Agenda 2030.

Suuuuuper babadeiro, não é?

O mais lindo de tudo, é que o programa não foi montado no estilo “palestrinha”, temos a opção de participar da co-criação. Ao final de cada encontro, damos pitacos por meio do “Que bom/Que Pena/Que Tal?”

Por conta dos feedbacks coletados no segundo encontro, os organizadores decidiram ampliar o espaço de fala e fomentar a troca de diálogo. Começamos o terceiro encontro com um pitch de 1min30s sobre nossas causas e em seguida fomos divididos em pequenos grupos para discutir “o impacto da pandemia nas periferias paulistanas”.

É transformador participar de um espaço diverso de diálogo, minha mente pirouuu com tantas ideias, pensamento e sensações! Decidi que não vou manter esse carnaval mental dentro de mim, quero que vocês também dancem na festa cerebral que meus neurônios organizaram rs.

Let’s shake baby?

Estamos vivendo ou sobrevivendo?

Desde que a pandemia causada pelo novo Coranavírus começou, milhões de brasileiros tiveram que lidar com uma transformação brusca em suas rotinas. A branquitude hegemônica precisou se adaptar ao home-office, aderir o isolamento social e comemorar seus aniversários com chamadas de vídeo.

Já a população periférica teve que enfrentar a fome, a falta de renda e a desinformação. Uma galeeeeera está sofrendo com a ausência de ações integrativas entre os governos federais, estaduais e municipais, fazendo com que a luta contra o COVID-19 seja ainda mais difícil.

O auxílio emergencial foi essencial para impedir que a taxa de pessoas em situação de extrema pobreza aumentasse. Sem o benefício de R$600, essa taxa teria subido para 29,8%, equivalente a 63,1 milhões de brasileiros.

Essa medida leva a redução temporária da desigualdade, mostrando uma performance de caráter paliativo. Está na hora de pensar em um novo contrato social que dê conta das mudanças que estão ocorrendo no mundo!

De acordo com presidente do centro de pesquisa República do Amanhã Octavio de Barros,

a ordem econômica e social global será afetada de forma permanente pela pandemia. Além de transformações irreversíveis na área da saúde, a crise deverá impulsionar a adoção de mecanismos de proteção aos mais pobres.

Não podemos discutir economia política sem evidenciar o sequestro das populações africanas e o genocídio indígena. O Brasil tem uma dívida histórica com esses povos e, se queremos construir um novo mundo, precisamos de TODES engajados na luta antirracista.

Estou ciente que levantar essa temática vai incomodar. Todavia, escolho questionar o arquétipo colonizador e lutar pela sobrevivência do meu povo. E você, qual postura vai adotar?

[Aguarde os próximos textos]

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Ecofeminista antirracista atuante em temas globais. Formada em Relações Internacionais, Amanda empreende o PerifaSustentavel, é colunista da Agência Jovem de Notícias e atua como mobilizadora de redes do Youth Climate Leaders. Entusiasta pela Agenda 2030, tem o objetivo de mobilizar jovens para construírem um Brasil inclusivo, colaborativo e sustentável, através das redes Engajamundo, Global Shapers Community e United People Global.

#ForbesUnder 30 | Jovem Embaixadora da ONU | Ecofeminista Antirracista

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