Me descobrindo negra

É difícil reconhecer que negros não são sempre miseráveis e não estão sempre em posições subalternas?

Precisamos contestar o padrão de beleza imposto e problematizá-lo. Os laços de dominação colonial não foram totalmente rompidos, ainda reverbera uma imposição cultural que caracteriza o “não-branco” como inferior.

Mas será que mulheres negras podem ser intelectuais? Escritoras? Ativistas climáticas? Líderes em sustentabilidade? Internacionalistas?

Contar a minha história passou a ser um ato fundamentalmente político, assim como expressar a minha identidade como mulher negra e periférica.

“Na minha busca pela identidade descobri o turbante. Quando coloco o pano na cabeça, me sinto no controle, conectada a uma multidão de mulheres que vieram antes de mim.”

E hoje, aos 23 anos, decidi ser protagonista e contar a MINHA história!

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#ForbesUnder 30 | Conselheira Jovem da ONU | Dir. Executiva do Perifa Sustentável

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Amanda da Cruz Costa

Amanda da Cruz Costa

#ForbesUnder 30 | Conselheira Jovem da ONU | Dir. Executiva do Perifa Sustentável