A subalterna rompe o silêncio

“Há um medo apreensivo de que, se o sujeito colonial falar, o colonizador terá que escutar. Ele seria forçado a um confronto desconfortável com as verdades. (Grada Kilomba, 2012).”

Esse texto é um DESABAFO!

Vou te contar uma história.

“É necessário que homens brancos parem de se pensar universais e se racializem para entender o que significa ser branco como metáfora de poder.”

A jovem sou eu! Entendi que é necessário me expor para acelerar as mudanças.

“É necessário ressaltar a importância de mulheres negras se auto definirem. A autodefinição é uma estratégia de enfrentamento a visão colonial.”

SE A VIDA TE DER LIMÕES, ESPREMA NOS OLHOS DA INIMIGA

“Sendo a linguagem um mecanismo de manutenção do poder, precisamos priorizar o discurso e abrir espaços de fala para os grupos marginalizados.”

“O compartilhamento da minha experiência é um chamado à reflexão: pensar lugar de fala é romper com o silêncio instituído para quem foi subalternizado, um movimento no sentido de romper com as hierarquias violentas.”

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Referências:

#ForbesUnder 30 | Jovem Embaixadora da ONU | Ecofeminista Antirracista

#ForbesUnder 30 | Jovem Embaixadora da ONU | Ecofeminista Antirracista